Do blog Tijolaço, do Brizola Neto:
Com todos os problemas que o deputado Brizola Neto apontou hoje, mais cedo, acabou sendo politicamente positivo que tenha ocorrido logo o desfecho da crise no Ministério dos Transportes.
Porque estava se tornando uma máquina na mão da mídia e da oposição, como ele lembrou.
A presidenta, desta vez, não permitiu que a crise sangrasse seu governo, embora, como apontou Brizola Neto, aquela nota de segunda-feira, dando o ministro como “prestigiado” tenha sido um desastre de comunicação.
Um tolice, porque era evidente que Nasdcimento não tinha condições de se sustentar no cargo.
Agora, porém, ela tem que se concentrar no essencial: evitar que isso represente qualquer abalo em sua base, sobretudo na Câmara, onde a situação é mais complexa, como mostrou a votação do Código Florestal.
O novo líder do Governo na Casa, Mendes Ribeiro – que é do PMDB, mas é um homem firme, que sempre esteve fechado com Dilma e por isso foi boicotado, até, nas eleições pela seção gaúcha do partido, aliada a Serra – vai ter muito trabalho para serenar os ânimos e conter os apetites.
Mas a área de comunicação do Governo tem que se cuidar. A imprensa, que está longe de ser equilibrada e imparcial, já entende que pode receber, de algumas áreas do próprio Governo, “munição” para atingir seus integrantes.
E isso tira, ao menos em parte, seu poder de definir o tempo dos processos de composição política.
Dilma tem um estilo próprio e não é uma mulher que vacile em suas decisões como, infelizmente, a condução de sua comunicação política deixou que, de alguma forma, parecesse.
Este episódio mostra que não lhe falta personalidade.
E que, portanto, não haverá nenhuma diminuição para seu governo se puder contar com a capacidade de articulação política que Lula pode ajudar a realizar.
Porque este governo dará certo sempre que Dilma for Lula e Lula for Dilma.
Entre os políticos e aos olhos da população.
BLOG DO JOÃO PRADO
RÁDIO FUNDALIVRE 87,9
quarta-feira, 13 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Consulta pública de radiodifusão educativa recebeu quase 400 sugestões
Brasília, 08/07/2011 - Durante um mês, a consulta pública do Ministério das Comunicações sobre as novas regras de outorga para a radiodifusão educativa recebeu 391 contribuições. As idéias enviadas pelo site do ministério e por carta ajudaram a aperfeiçoar o texto da portaria que entrou em vigor nesta quinta-feira.
As sugestões de mudança foram analisadas por um comitê do Departamento de Outorga de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom. Foram consideradas válidas para possíveis modificações no texto original da consulta 178 sugestões, pouco mais de 45% das idéias. Outras contribuições trouxeram temas incompatíveis com a norma ou que não podiam ser aplicadas por causa da legislação em vigor.
O diretor do Departamento de Outorga de Serviços de Comunicações, Dermeval da Silva Junior, considera muito importante a participação popular: “Foi muito interessante ouvir a sociedade, ouvir pessoas que não estejam diretamente envolvidas no processo, mas podem contribuir como contribuíram na consulta. É sempre bom quando o ministério ouve a sociedade, que sempre pode apresentar visões e sugestões que não estavam contempladas inicialmente”.
Entre as mudanças na concessão de outorgas para rádios e TVs educativas está a adoção de avisos de habilitação com participação aberta às entidades interessadas, além de critérios mais transparentes para a análise dos processos. O MiniCom também vai lançar um calendário antecipado com as datas dos avisos de habilitação para rádios e TVs educativas, assim como já acontece com a radiodifusão comunitária.
As sugestões de mudança foram analisadas por um comitê do Departamento de Outorga de Serviços de Comunicação Eletrônica do MiniCom. Foram consideradas válidas para possíveis modificações no texto original da consulta 178 sugestões, pouco mais de 45% das idéias. Outras contribuições trouxeram temas incompatíveis com a norma ou que não podiam ser aplicadas por causa da legislação em vigor.
O diretor do Departamento de Outorga de Serviços de Comunicações, Dermeval da Silva Junior, considera muito importante a participação popular: “Foi muito interessante ouvir a sociedade, ouvir pessoas que não estejam diretamente envolvidas no processo, mas podem contribuir como contribuíram na consulta. É sempre bom quando o ministério ouve a sociedade, que sempre pode apresentar visões e sugestões que não estavam contempladas inicialmente”.
Entre as mudanças na concessão de outorgas para rádios e TVs educativas está a adoção de avisos de habilitação com participação aberta às entidades interessadas, além de critérios mais transparentes para a análise dos processos. O MiniCom também vai lançar um calendário antecipado com as datas dos avisos de habilitação para rádios e TVs educativas, assim como já acontece com a radiodifusão comunitária.
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